POR QUE O TIPO DE CÂNCER DO MARCELO REZENDE É CONSIDERADO O MAIS BRUTAL DE TODOS?


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Recentemente o Brasil perdeu uma influente pessoa e ótimo profissional do jornalismo. Marcelo Rezende que ficou conhecido por seu bordão “Corta pra mim”, quando comandava o Cidade Alerta, da Rede RecordTV. Marcelo foi internado no dia 12 no Hospital Moriah, Zona Sul de São Paulo. O profissional da comunicação foi hospitalizado após sentir fortes dores e, ainda na unidade de saúde, os médicos conseguiram identificar uma pneumonia em estado grave. Conforme informações oficiais, além das complicações do câncer no pâncreas e fígado, a doença também comprometeu parte do seu aparelho digestivo, que acabou sofrendo falência múltipla dos órgãos. Desde que foi diagnosticado em maio desse ano, Marcelo manteve-se afastado da televisão e passou por alguns tratamentos alternativos relacionados à alimentação.

Mas você sabe por que esse tipo de câncer é o mais mortal de todos? A redação da Fatos Desconhecidos que é bastante curiosa, assim como todos os nossos leitores resolveu pesquisar a respeito e trouxemos o resultado para cada um de vocês.

Cerca de 50.000 americanos são diagnosticados com o câncer de pâncreas anualmente. Aproximadamente 95% dos casos, os pacientes têm algum tipo específico de câncer já ativo, os outros 5% dos pacientes não possuem e tem alternativas de tratamento. Como qualquer outro câncer, ele logo começa a controlar o crescimento de células anormais que se quebram, essas células atípicas começam então a se dividir rapidamente e formar um ou mais tumores.


Depois que uma pessoa desenvolve um tumor pancreático, muitas dessas células cancerosas podem se espalhar para fora deste órgão. Algumas dessas células tumorais viajam para outras partes do corpo através de corrente sanguínea ou do sistema linfático como um todo. Na maioria das vezes, elas vão para o fígado, pulmões e cavidade abdominal. O câncer de pâncreas é praticamente mortal por causa da região em que ele se localiza, no meio do abdômen e próximo aos órgãos vitais do nosso corpo. Além disso, os tumores que se desenvolvem no pâncreas tipicamente não causam grandes efeitos até que cresça e se espalhem para as demais partes do corpo.

Por esse motivo, os médicos geralmente diagnosticam o câncer de pâncreas quando ele já está em um estágio bem avançado e danificando outros órgãos. Cerca de 60% das vezes, o câncer de pâncreas de m paciente já está bem espalhado quando os médicos conseguem descobrir. Mesmo quando ainda é descoberto em um estágio inicial, essa doença é bastante difícil de ser controlada e estima-se que mais de 70% dos casos são operados com sucesso, mas ainda sim levam o paciente à morte.

Tratamento para o câncer de pâncreas
O tratamento envolve um esforço multidisciplinar, envolvendo um cirurgião, um oncologista de radiação, um médico geral e outros profissionais que trabalham juntos para determinar quais as ações e terapias devem ter os resultados mais desejáveis. Apenas entre 10% e 20% dos pacientes diagnosticados com o câncer podem ser operados com sucesso, assim sendo curado totalmente. Os que não oferecem um resultado positivo podem ser tratados e controlados. As vezes com o tratamento completo, envolvendo a quimioterapia resulte em um estágio mais fraco que pode ser operado futuramente.

Sem a quimioterapia, os sintomas podem ser devastadores. Eles incluem dor intensa, fadiga crônica e perde extrema de peso. A quimioterapia pode ainda estabilizar e até encolher os tumores, enfraquecendo seu impacto físico e fazendo com que os pacientes se sintam melhores. Os efeitos colaterais tornaram-se mais fracos e a curto prazo, permitindo que o paciente mantenha uma qualidade de vida relativamente alta, apesar de estar tomando doses de química constantemente.

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